Mês de férias. Muitos estão aproveitando os dias livres ou pelo menos sem os afarezes costumeiros. E nesses momentos aquela leitura leve e prazerosa é sempre bem vinda.

Tudo muito bom, tudo ótimo, até aparecer um chato e postar sobre suicídio!

O que posso fazer se por alguma razão dois dos últimos livros que li apresentavam situações de suicídio e um dos melhores que li no ano anterior também?

Logo em seguida, fui ouvir uma velha banda mexicana de Melodic Black/Gothic Metal composta só de mulheres e lá estava a mal afamada palavra também.

Em seguida, peguei um ganhador do Prêmio Nobel de Literatura e lá estava uma história com vários suicídios.

E agora há pouco, lendo um artigo de jornal novamente é citado um livro que li onde vários personagens tentam se suicidar.

Como a palavra e a situação apareceu muito, como bibliotecário não posso deixar de citar as referências todas, mesmo sendo totalmente contra tal prática. A narrativa dos suicídios também não me atrai, apesar da forma sutil ou seca que cada autor narra a situação do suicídio.

 

Aqui vão os livros:

O céu dos suícidas, de Ricardo Lísias
o suicida: melhor amigo do personagem principal

O céu dos suícidas

Barba ensopada de sangue, de Daniel Galera
o suicída: velho pai do personagem principal

barba

Habitante irreal, de Paulo Scott
a suicída: a mãe índia e seu filho (?! leia para descobrir)

habitante

Neve, de Orham Pamuk
as suicídas: garotas de uma cidade da Turquia

neve

Uma longa queda, de Nick Hornby
os suicídas: na verdade o encontro de quase-suicídas

longaqueda

A música:

Soteria, Deborah

Lembra de algum outro livro? Envie, please!

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