Enquanto preparava os badulaques, descobri que ainda tenho seis bíblias em casa. Uma de cada momento passado e uma delas é a “Obra poética” da Cecília Meireles.

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Mas a sétima bíblia encontrada é a primeira. Dada por um tio padre em 1984 para meu irmão, foi nela que procurei desesperadamente os versos utilizados pela Olivia do romance “Olhai os lírios do campo” do Érico Veríssimo. Como não sabia como o livro funcionava, fui lendo todo o livro de Mateus, encontrei os versículos em vários capítulos (não havia Internet em 1992) e fui indo, indo, indo, até chegar ao Apocalipse. Curioso com várias citações, arrumei a segunda bíblia e fui ao Velho Testamento inteiro.

10845963_10152500462781596_7457535958030525482_nNão precisei de pastor nem padre no meu pé….. hahahaha

 

O engraçado é que as bíblias foram sendo adquiridas cada vez mais para fins de estudos, com referências cruzadas e índice de assuntos, e cada vez mais a leitura por prazer ou interesse foi se escasseando bastante.

Avançando no momento nostalgia ao encaixotar os livros, agendas, CDs, DVDs e cadernos para uma nova mudança, encontro também uma edição do Alcorão, livro que hora ou outra consultava para tirar dúvidas e realizar comparações. Comparações que também foram realizadas analisando a mitologia nórdica até chegar na história da criação do mundo segundo as tradições dos povos indígenas Tupis Guaranis.

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O tempo passou e não posso negar que as passagens sagradas que mais gosto são aquelas que li primeiro em “Olhai os lírios do campo”, talvez o meu livro número 1!

 

 

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